Minha madrasta, a Patuchita Nalgona, chegou de surpresa na casa da minha mãe no Halloween com aquela saia curta e a camiseta molhada grudada no peito, os peitões balançando cada vez que ela dançava daquele jeito malicioso que só ela sabe. Eu tava só de cueca no sofá vendo outro vídeo lascivo, mas quando ela entrou no corredor com aquelas pernas grossas de coroa coroa e o olhar de quem quer putaria, o pau já começou a endurecer na hora. Ela veio rebolando, jogou a bolsa no chão e perguntou se eu tava sozinho com um tom de voz que já deixou claro que não ia rolar conversa, só foda mesmo. Eu nem tive tempo de responder, ela agarrou meu pau por cima da cueca e falou pra eu levar ela pro meu quarto antes que a mãe dela chegasse, porque a Patuchita tava com a xota molhada igual uma vadia no cio. No quarto, ela tirou a calcinha e se jogou de quatro na cama de pernas abertas mostrando aquele cuzão durinho e a bucetinha bem depilada, implorando pra eu meter logo antes que ela perdesse a paciência. Eu não precisei de mais incentivo, enfiei o pau de uma vez naquela boceta apertada e ela gemeu alto igual uma cachorra no cio, pedindo pra eu ir com mais força enquanto agarrava nos lençóis com os peitões balançando pra todos os lados. A gente ficou assim, ela gemendo igual uma vaca no cio e eu fodendo ela a seco no escuro, só ouvindo os sons molhados da xota e o barulho do pau batendo até ela vir com um grito abafado e encher meu pau de gozo quente por dentro. Depois que ela relaxou, eu deitei atrás dela e comecei a comer de novo, agora com mais calma, lambendo aquela bunda empinada enquanto ela esfregava a xota no meu pau pra ver se eu levantava rápido de novo.