A latinha de saia justa e barriga enorme mal cabia no sofá quando o pau enorme do grande Paulo Marcelo apareceu na porta do quarto, vindo direto da loja de quadrinhos onde ele trabalhava como vendedor nerd safado. Manu Coroa tava se coçando toda na calcinha branca de algodão, os peitões naturais mal contidos na blusa larga do marido, que tinha saído pra buscar um remédio qualquer só pra deixar eles livres pra curtirem a tarde de sexo sujo. Assim que ela viu aquele cassetão peludo vindo na direção dela, a bucetinha toda molhada já começou a pulsar, o cheiro de tesão no ar enquanto ele passava a mão suja de tinta de gibi pelo rosto dela e xingava baixo: 'Porra, coroa, você tá cada vez mais gostosa com essa barriga de grávida'. Ela abriu as pernas pra ele mostrando a xota rosada e inchada, os lábios bem abertos e brilhando de lubrificação natural, enquanto ele descia a calça jeans cheia de rasgos e mostrava o pau monstruoso, grosso e venoso que já fazia a pontinha vazar porra pré. Sem perder tempo, ela agarrou o pau dele com as duas mãos e enfiou na boca, chupando com vontade enquanto ele reclamava que tava apertado demais e passava os dedos pelo cabelo dela. Depois de alguns minutos de mamada molhada, ela jogou a grávida na cama com a barriga enorme tremendo, ficou por cima dele no jeito cavalo e mandou ele meter devagar, sentindo cada veia daquele pau imenso rasgando a bocetinha dela que já tava toda aberta e pronta. Ele entrou com um tapa forte, a boceta dela alargando pra caber aquele troço todo, enquanto ela gritava 'caralho, Paulo, você tá me fodendo como uma vaca!' e apertava os peitos naturais que balançavam com cada socada. Ele foi socando fundo, a porra escorrendo toda pra fora da boceta inchada dela, que já tava gozando toda vez que ele acertava o útero no fundo do rabo. Quando ele sentiu que tava prestes a explodir, segurou firme na cintura dela e jogou tudo dentro, enchendo a bocetona com jatos espessos que escorriam pra fora e molhavam a calcinha que já tava toda embolada no chão. Ela ficou deitada com a barriga enorme tremendo, o pau ainda duro dentro dela, enquanto ele passava a mão pelo rosto suado e ria: 'Porra, Manu, você aguenta até o pau do grande mesmo grávida, hein?'.