No minuto 4 ela já tava gemendo alto pra caralho e não conseguia mais segurar a boca, tipo uma coroa coroa safada que não aguenta mais esperar. Damian chegou em casa e ela tava de quatro no sofá, a buceta escorrendo de tanta vontade, o rabo todo molhado só de pensar no pau grosso dele enchendo ela por dentro. Ele nem tirou a roupa direito, veio logo abrindo o short dela com os dentes e meteu dois dedos no cu dela pra ver quão livre tava a entrada. Os gemidos ficaram mais altos, ela xingou ele de tudo quanto é nome, implorou pra meter logo antes mesmo de ele tirar o pau pra fora. Quando ele posicionou a cabeça da verga na entrada do rabo, ela já tava empurrando pra trás, pedindo pra abrir aquilo tudo de uma vez só. Ele foi devagar no começo, tipo uns dois centímetros, mas quando ela berrou que doía de prazer e mandou meter mais forte, ele não perdoou não. Começou a bater de uma vez, o pau fazendo um som de estalo toda vez que batia no bumbum dela, que tava vermelho de tanto apanhar. Os peitos dela balançando pra frente e pra trás, a boca toda aberta gemendo alto e repetindo que era tão gostoso que não ia conseguir segurar a porra. Damian segurou firme na cintura dela e foi socando até o pau sumir todo dentro daquele cu apertadinho, enquanto ela só gemia e mandava mais, mais, mais. Os dois suavam pra caralho, a cama toda molhada de porra que já tava escorrendo toda vez que ele puxava pra trás. No final, ela desabou toda mole no sofá, o rabo doendo mas ainda pulsando de prazer, e só conseguiu dizer entre gemidos que aquilo era a melhor porra que uma sadia como ela já tinha levado na vida.