Maggie Green entrou no estúdio toda de lingerie preta transparente, o tecido grudado naquele cuzão enorme e durinho que ela tem, os peitões balançando de um lado pro outro quando ela se mexia. Mal dei dois passos pra frente e ela já tava mordendo o lábio inferior, os olhos brilhando de safadeza só de saber que eu tava comendo ela com os olhos. Puxei a calcinha pra baixo num puxão só e a bucetona tava escorrendo, os lábios grandes e carnudos já inchados de tesão, aquele cheiro de xota molhada invadindo meu nariz e me deixando maluco. Maggie jogou o cabelo loiro pra trás e afundou dois dedos grossos na própria boceta, gemendo alto enquanto me encarava com aquele sorriso de vadia que só uma coroa coroa sabe fazer. Eu não aguentei mais, abri o zíper da calça e tirei o pau duro que já vazava, apontando pro cuzão enorme dela. Maggie se virou de quatro na cama, a bundona tremendo enquanto ela mesma se masturbava com os dedos, a porra escorrendo pro chão com cada vai e vem. Encostei a cabeça do pau na entrada da buceta dela e dei uma porrada tão forte que ela soltou um grito de "caralho, que pau grande, filha da puta". Maggie agarrou o lençol com força, a cara enfiada no travesseiro enquanto eu metia sem dó, o barulho da carne batendo contra carne ecoando pelo estúdio. Os peitões dela iam de um lado pro outro a cada estocada, os mamilos duros como pedra roçando no colchão. Ela pediu pra eu meter mais fundo, então virei ela de barriga pra cima e levantei uma perna dela pro céu, enfiando até o talão. Maggie abriu a boca em O, os olhos arregalados enquanto gozava em cima do meu pau, a porra escorrendo toda pra fora enquanto eu socava até estourar dentro dela, enchendo aquela bucetona com jatos quentes que fizeram ela gemer de novo. Ficamos os dois suados, a porra escorrendo pelas coxas grossas dela, o cheiro de sexo no ar e os dois exaustos mas com aquele sorriso de quem sabe que a próxima cena vai ser ainda melhor.