Assim que a luz entrou pela janela e bateu naquela bundona redonda da Luz Reyes sacudindo devagar pra cima e pra baixo no meu pau, eu não tive reação — fiquei só olhando praquilo, grudado no colchão, sentindo os meus olhos se arregalarem de tanto tesão e a porra subir pra cabeça. Ela tava sentada na minha virilha, os peitões balançando soltos enquanto o pau grosso sumia dentro daquele cu entupido de xota molhada, e eu nem sabia se gritava ou se mandava ela mais rápido, porque aquilo era de arrebentar qualquer homem. As pernas dela abraçavam a minha cintura com força, as coxas grossas apertando, e a cada vez que ela descia naquele pau imenso, o barulho do cu molhado batendo na minha pele ecoava pela casa toda, junto com os gemidos dela, que não paravam nem um segundo. Eu comecei a bater na bunda empinada com a mão aberta, o som do tapaecoando alto, enquanto ela mandava ver, indo mais fundo, até os meus ovos baterem na bundona dela com tudo. A Luz, que sempre foi uma coroa coroa safada mas que agora tava parecendo uma rainha mesmo, jogava a cabeça pra trás, os cabelos longos balançando, e soltava uns gemidos roucos dizendo que não aguentava mais aquele pau enorme dentro dela, implorando pra eu encher a boceta de porra. Eu agarrei os peitos dela enquanto ela cavalgava cada vez mais rápida, os mamilos durinhos roçando na minha boca, e quando ela cravou as unhas no meu peito pedindo pra ir até o talo, eu não segurei mais — meti com tudo, socando até os bagulhos baterem, e gozei tanto dentro dela que a porra começou a escorrer pra fora, molhando a cama toda.