Quando entrei naquele buraco de glory achando que ia encontrar só velhos tarados, o destino resolveu zoar comigo porque o primeiro pau que eu vi foi o do meu enteado, o Michael, todo duro naquela sunguinha apertada que mostrava cada veia daquele pau grosso que ele tem. Eu nem tive tempo de reagir quando ele puxou minha calcinha pra lado no sofazão e meteu os dedos na minha buceta encharcada, gemendo que tava vazia há dias só de pensar em mim. O cheiro de porra que exalava daquele lugar foi direto pro meu nariz enquanto eu abraçava ele por trás, apertando aquele pau duro contra a minha bunda, sentindo como tava quente e latejando. Ele virou meu rosto com força e meteu a língua na minha boca enquanto eu puxava a sunga dele pra baixo e via aquele pau monstruoso pular livre, brilhando com a porra que ele já tava vazando. Fui pra baixo rapidinho e engoli metade antes de sentir ele gemer alto e puxar meu cabelo, empurrando até a garganta enquanto eu fazia sons de engasgo com a saliva escorrendo. Quando ele me levantou e jogou na cama de quatro, eu já tava gemendo igual vadia com dois dedos dele dentro da buceta, me preparando praquele pau que ia me rasgar inteira. Ele não falou nada, só meteu de uma vez e eu gritei com a cara afundada no travesseiro, sentindo aquele pau grosso me alargando até não aguentar mais enquanto a porra escorria pra fora toda vez que ele estocava fundo. Ele pegou minha mão e pôs no meu peito, ordenando pra eu apertar os peitos que tava doendo de tanto que eu tava gemendo, e quando eu obedeci ele socou com tudo até eu gozar gemendo com o xixi escorrendo pela coxa. Ele só parou quando o pau dele pulsou e jogou toda porra quente dentro de mim, enchendo minha buceta até transbordar e escorrer pra cama, e eu fiquei lá tremendo, com a buceta latejando e a voz rouca de tanto gritar pra ele não parar.