Zulf entrou no meu quarto esse maldito hindi me olhando com aqueles olhos de safado que eu não aguento, a bundona toda suada por causa da dança que a gente tinha acabado de fazer e a virilha estufada com aquele pau enorme que ele não escondia nem um pouco. Logo que ele fechou a porta eu já joguei o sari pro lado e fiquei só de buceta pelada pra ele ver como essa coroa madura tava toda molhada só de pensar em levar aquele troço grosso dentro de mim. Zulf não perdeu tempo, veio logo pra cima com a mão no meu peito, apertando meu mamilo duro enquanto eu puxava o pau dele pra fora da sunga, sentindo o calorão daquele pau escuro e veiado que já tava escorrendo um pouco de gozo pré. Ele me jogou na cama de barriga pra cima, abriu minhas pernas toda e enfiou a cara na minha xota, lambendo a boceta como se fosse a última coisa que ele ia fazer na vida, enquanto eu agarrava na cabeça dele e mandava ele chupar com mais vontade. O desgraçado enfiou dois dedos dentro de mim e começou a mexer com tudo, fazendo minha buceta latejar e gemer alto porque ele tava acertando bem no ponto G. Quando ele se levantou, eu virei de quatro rapidinho pra ele meter na rachadura, e o caralho entrou tão fundo que eu senti até o saco bater na minha xota, o pau grosso me alargando toda enquanto eu gritava pra ele ir devagar que eu tava sentindo demais. Zulf começou a socar com força, agarrando minha cintura e puxando meu cabelo, a cada estocada o pau dele batia no meu útero e fazia minha buceta jorrar gozo pra todo lado, escorrendo pelas coxas enquanto eu berrava que não tava aguentando mais. Ele gozou dentro de mim com um gemido rouco, derramando toda aquela porra quente na minha buceta, e eu só consegui apertar o pau dele com a xota pra sugar tudo até a última gota enquanto a gente caía exausta na cama, coberta de suor e do cheiro de sexo que a gente acabou de fazer.