Logo que a Danica James entrou no estúdio vestindo só uma calcinha preta apertada e a lingerie transparente que eu pedi, eu já vi que ia ser foda — aqueles peitos naturais pulando pra todo lado, o rabo enorme balançando pra cada passo que ela dava e o cheiro de boceta molhada que vinha do camarim. Quando eu falei pra ela que a audição ia ser no quarto de transas, ela nem hesitou, só arregalou os olhos e me jogou no sofá mandando meter sem conversa. Eu não perdi tempo, botei ela de quatro na cama com a bundona branca tremendo só de calcinha fina, enfiei dois dedos na xota dela pra ver se já tava escorrendo toda e senti o cuzinho dela se apertando de nervoso. A Danica mordeu o lábio e gemeu alto quando eu puxei a calcinha pra baixo e mostrei aquela bocetona carnuda com os lábios inchados, brilhando de tanto tesão. Aí eu cuspi na mão, massageei o pau pra ficar duro pra caralho e encostei na entrada do cu dela, que tava tremer pra caramba. Ela soltou um gemidão quando eu empurrei devagar, sentindo todo o anelzinho do cu dela se abrindo pra mim, e sem dó fui metendo até o pau sumir todo naquela bunda gostosa. A Danica começou a tremer toda, fodendo com a própria mão na xota enquanto eu socava ela de quatro, o barulho da carne batendo ecoava no estúdio e o cheiro de porra e boceta enchia o ar. Quando eu dei a primeira gozada toda dentro daquele cu safado, ela ainda pediu pra eu continuar, gemendo que tava louca pra sentir o pau grosso enchendo ela toda por dentro. A segunda vez que gozei foi tão forte que meu pau amoleceu na hora, mas a Danica não deixou eu sair, ficou ajoelhada no chão lambendo o pau até limpar todo o esperma que escorria do cuzinho vermelho dela. Quando terminei, ela só sorriu com a cara toda vermelha e falou que nunca tinha tomado tão gozado assim na vida.