Depois que o sol se pôs e a casa ficou só pra gente, Venice Escape me puxou pra fora da sala e me levou pro quintal, aquele lugar escuro com a brisa quente batendo na pele suada. Logo que a porta se fechou, ela já rasgou minha camiseta pela cabeça e jogou longe, os peitos grandes e durinhos saltando pra fora, quentes demais pra ignorar. Eu nem tive tempo de reclamar quando ela agarrou meu pau duro por cima da calça jeans e mordeu o lábio olhando nos meus olhos, a safada querendo me enlouquecer antes mesmo da gente começar. A bundona dela tremia toda quando se abaixou pra me chupar, as coxas grossas abrindo um pouco pra me dar espaço, a boca quente engolindo meu pau todo de uma vez enquanto ela fazia aquele barulho de vácuo, um gorgolejo de vadia bem treinada. Quando eu puxei o cabelo dela pra tirar da garganta, ela já tava com a saia levantada e a calcinha toda molhada grudada na xota, pronta pro pau. Eu não aguentei e abri ela toda na parede, a bundona enorme balançando enquanto eu metia de cacetada, a pele dela estalando toda a cada estocada. Venice Escape gemia igual uma louca, pedindo pra eu meter cada vez mais fundo, a buceta apertando meu pau como se quisesse engolir ele por completo dentro dela. A carne dela tava tão quente que eu sentia o cheiro do suor misturado com o perfume barato, a porra escorrendo toda quando eu virei ela de quatro e abri a bundona pra socar bem no cu, a coroa gemendo e a saliva escorrendo da boca. A gente foi pra grama, ela com a perna aberta pra cima e eu batendo naquela bunda redonda que não parava de pular, o pau batendo até no clitóris dela. Quando gozei dentro dela, a porra jorrando tudo pro fundo, Venice Escape agarrou na minha cintura e puxou pra dentro, a xota toda escorrendo leite enquanto ela ria com os olhos vidrados de tesão.