Você tá vendo a esposa latina perfeitinha da Scorpio entrar toda sarada na obra vestida com aquela calcinha bem apertada que deixava a bundona de fora, quando o pedreiro novo, alto e cheio de músculos, mal pôde acreditar no que tava vendo. A vadia nem tirou a camiseta regata antes de jogar o cabelo preto pra trás e mostrar aquele sorriso safado pra ele, passando a língua bem devagar nos lábios enquanto o pau dele já começava a durar na calça. Quando o cara desceu os olhos e viu aqueles peitões balançando livremente por baixo da blusa fina, não teve jeito: ele agarrou ela pela cintura e enfiou a boca naquele decote, chupando os mamilos duros de uma coroa coroa que tava louca pra sentir um pau negro grosso dentro dela. Ela gozou só de sentir o cheiro forte do suor dele quando a mão dele desceu pra apertar aquela bunda grande de fora, os dedos afundando na carne enquanto ela abria as pernas e puxava ele pra mais perto. O pedreiro não perdeu tempo e baixou a calça só o suficiente pra soltar aquele pau monstruoso pra fora, mostrando uma veia grossa que pulsava de vontade, e ela caiu de joelhos na hora, abrindo aquele batom vermelho pra engolir tudo num beijo de boca cheia, ouvindo os gemidos dele enquanto a garganta dela fazia aquele barulho de vómitos controlados. Quando ele puxou ela pra cima, ela se virou de costas e apoiou as mãos no caixote de obras, mostrando aquela bundona redonda que balançava toda vez que o pau negro entrava fundo na bucetinha melada dela, o som úmido do pau escovando a xota toda vez que ele socava com força. Ela gritava seu nome enquanto ele puxava o pau pra fora só pra encher a cara com aqueles peitões, lambendo os mamilos duros enquanto a mão dele apertava a bunda pra esculachar ainda mais com muitos tapas. Quando ele finalmente meteu tudo de uma vez, ela sentiu aquele pau enorme esticar os lábios da buceta toda, gemendo alto que nem uma vadia no cio enquanto ele fazia ela vir três vezes antes de gozar todo dentro dela, a porra escorrendo pra fora e molhando a calcinha que tava toda amassada no chão. Ele ainda segurou ela contra o tijolo frio, os dois suados e ofegantes, enquanto ela ria babada e dizia que ia contar pra todas as amigas como foi bom apanhar daquele pau negro na obra.