A minha bundona de 42 anos nem se preocupou em fazer charme, rasguei a calcinha com a mão e joguei no chão antes mesmo do batom sair da bolsa. O striptease começou com o vestido preto grudado no meu rabo duro, a saia subindo devagar enquanto eu passava a língua por cima do lábio inferior imaginando como essa buceta ia ficar toda molhada só de pensar no brinquedo que eu ia usar nela. Tirei o sutião e joguei longe, os peitões pesando como dois melões maduros, os mamilos duros implorando por atenção. A calcinha rasgada já não servia mais nem pra limpar a porra grudada na coxa, então desci o zíper devagar, a boceta peluda aparecendo toda lambuzada de gozo antes mesmo do brinquedo chegar perto. Liguei o vibrador e coloquei na potência máxima, a cabeça dele bem em cima do meu clitóris inchado, a ponta lambuzada de leite que já tinha escorrido quando eu tava só me tocando. Empurrei o pau de silicone pra dentro da buceta aberta, o barulho do vibrador molhado enchendo o quarto enquanto eu gemia alto pra ninguém ouvir. Sentei em cima do colchão e abri as pernas toda, o brinquedo escorrendo de suco, o pau artificial entrando e saindo com força enquanto eu apertava os peitos com uma mão e chupava os dedos da outra. O pau de silicone fazia um som de chupada toda vez que entrava, o cheiro de boceta molhada e suor invadia o ar enquanto eu mandava o brinquedo socar fundo, a carne da xota tremendo toda com cada estocada. Gozei três vezes até o pauzinho não aguentar mais, a porra escorrendo pela coxa grossa enquanto eu caía pra trás no colchão, os peitos subindo e descendo com o peito cheio de ar. Fiquei assim, toda molhada e satisfeita, com as pernas tremendo e a buceta ainda pulsando, imaginando como ia ser bom quando eu guardar esse gosto de porra de silicone pra usar depois pra um pau de carne entrar gostoso dentro de mim.