Quando entrei no banheiro daquele clubinho e vi aquelas bundas gigantes da Kazumi e da Yeri Blue se esfregando no Jimmy Bud, eu não tive escolha a não ser enfiar a mão na calcinha e começar a me tocar igual uma vadia no cio. O Jimmy já veio bufando com aquele pau monstruoso na mão, gemendo enquanto passava a cabeça vermelha e grossa na boca carnuda da Kazumi, que logo engoliu tudo até o fundo da garganta sem nem piscar, os olhos cheios de tesão e a baba escorrendo pelo queixo. Enquanto isso, a Yeri jogou o rabo pro alto na beirada da pia, abriu as pernas pra mim e mandou eu meter dois dedos na xota dela, que já pingava igual uma torneira quebrada, a porra toda escorrendo pra dentro quando a gente virou o copo de uísci pra gente dividir. O Jimmy saiu da boca da Kazumi com a cara toda molhada de saliva, agarrou o cabelo dela e meteu o pau no rabo da Yeri de uma vez só, que gritou como se tivesse levado um choque, as bochechas da bundona tremendo toda cada vez que ele batia. A Kazumi se jogou no chão, abriu a bocetinha pra mim e começou a me lamber igual uma cachorra com fome, a língua dela entrando e saindo rápido, enquanto eu passava a mão na minha bundona pra sentir ela quente e molhada pra caralho. O Jimmy, doidão, resolveu meter a cara na boceta da Yeri, passando a língua grossa por toda a rachadura, chupando o clitóris dela até ela soltar gemidos que pareciam gritos, com os dedos enfiados no meu cabelo pra me puxar mais pra perto. De repente, o Jimmy levantou a Yeri como se ela fosse uma boneca e jogou ela em cima da pia, o pau dele escorrendo pau d'água enquanto ele batia na bundona dela feito um animal, o som dos corpos batendo um no outro ecoando no banheiro sujo. A Kazumi, louca de tesão, enfiou dois dedos na minha xota e começou a puxar meu clitóris pra cima e pra baixo, mandando eu gozar na cara dela toda, mas eu não aguentei e gozei dentro da bocetinha da Yeri, que tremia toda enquanto o pau do Jimmy esguichava porra quente pra dentro desse cuzão que não fechava mais. Quando o Jimmy tirou o pau do rabo da Yeri, a porra escorreu toda pro chão do banheiro, e a gente nem se importou, porque o que importava era a gente se lambuzar toda na transa mais pesada que a gente já viu, os gemidos misturando com o cheiro de sexo e suor que tomou conta do lugar.