Assim que o Uttaran20 entrou no quarto com aquele pau duro que eu já vinha espiando na tela do celular, a Sisty nem esperou pra ele sentar, já puxou a gente pra cama e mandou a gente se jogar de vez. O moleque tava com a cara de safado e o pau pra cima, balançando feito uma cobra pronta pra picar, e eu só fiquei olhando pro pau grosso dele enquanto ele passava a mão na minha coxa e dizia que eu ia perder a virgindade naquele dia mesmo. A Sisty, com aquele bundão empinado e os peitinhos durinhos, já sentou no colo do Uttaran20 e começou a mamar aquele pau com vontade, a boquinha apertando a cabeça grossa enquanto fazia sons de sucção que deixavam a gente ainda mais louca. Eu não aguentei e subi por trás dela, abri minha boceta toda molhada com os dedos e encostei na cara do Uttaran20 pra ele lamber direto no meu clitóris enquanto a Sisty fazia o pau sumir na garganta dela. Quando ele enfiou dois dedos bem fundo na minha xota, eu gritei igual uma louca e comecei a montar na cara dele pra ele não parar nunca, sentindo o pau dele bater na minha bunda toda vez que eu levantava e descia. A Sisty ia embora e deixou ele pra mim, então eu sentei nele de quatro, senti aquele pau imenso rasgando minha bocetinha pela primeira vez e fiquei gemendo com a voz embargada, pedindo pra ele meter com tudo. Ele agarrou meu cabelo e começou a socar de um jeito que fazia o pau dele entrar tão fundo que eu sentia ele na barriga, a porra escorrendo pra fora de mim a cada estocada. No fim, ele jogou eu de costas, pegou a Sisty e meteu na bunda dela enquanto eu ficava de pé assistindo, a cara toda vermelha de tesão, até ele gozar na cara das duas com o pau ainda pulsando. A sensação de sentir aquela porra quente escorrendo pelo meu rosto foi demais, e eu soube que nunca mais ia esquecer daquele trio safado.