Velhas Safadas

Escrava submissa amarrada e fodida sem piedade

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A escrava submissa Bangarak tava toda amarrada na cama com as perninhas abertas pra caralho, os pulsos presos nos grampos da cabeceira e as perninhas presas nos pés da cama em ligas de couro preto com botas até o joelho que só aumentavam o visual de vadia à disposição. O Bangarak, todo musculoso e com aquele pau enorme, entrou no quarto com um chicote na mão e não falou nada, só deu um tapa na bundona dela que já tava toda molhada de tesão mesmo antes dele chegar. Começou lambendo aquele cuzinho tatuado dela devagarinho, passando a língua em todo o contorno da entrada do rabo enquanto ela gemia e puxava as correntes, implorando pra ele meter logo sem dó. Ele enfiou a cara toda entre as pernas dela, chupando o clitóris com força enquanto metia dois dedos no cu apertado da Bangarak, esticando ela pra caralho. Quando já tava toda aberta e gemendo que nem uma cachorra no cio, ele pegou o pau e foi enfiando aos poucos, sentindo cada centímetro daquele cuzinho gostoso apertando ele pra caramba. Ela gritava cada vez que ele entrava mais fundo, chamando ele de donão e pedindo pra socar até deixar ela toda arrombada. Ele não tinha piedade, metia com tudo, batendo a bundona dela pra fazer aquele barulho de carne molhada, enquanto ela tremia toda e a porra pingava pra fora do cu. Quando os dois gozaram juntos, ela ainda tava toda tremendo, o Bangarak com a mão na bundona dela pra sentir o latejo enquanto a escrava submissa chorava de prazer e dor, toda suja de esperma e sumo. Depois ele desamarrou ela, mas deixou as marcas das correntes na pele dela pro resto da semana.

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