Quando a Sisty sentou no sofá da sala com as pernas bem abertas enquanto a família toda assistia televisão, eu nem acreditei que aquilo era real. Ela tava com um vestido curto demais, aquele tecido fino mal cobrindo a buceta depilada que eu tava louca pra meter a cara. Dei uma espiada e vi a filha dela, a Uttaran20, sentada do lado mexendo no celular, completamente alheia enquanto a mãe passava a mão pela própria xota molhada. A Sisty olhou pra mim com um sorrisinho safado e puxou a calcinha pra o lado pra mostrar aquele cu lisinho e a bocetinha brilhando de gozo. Eu não aguentava mais, levantei da poltrona e fui pra cima dela, ajoelhei no chão e meti a língua toda naquelas dobras quentes enquanto ela puxava o meu cabelo pra gemer bem alto. O cheiro da buceta dela me enlouqueceu de vez, era aquele cheiro de fêmea no cio que eu adoro. Quando enfiei dois dedos nela, senti a carne toda tremendo e a porra escorrendo pra fora, molhando toda a minha mão. A Uttaran20 olhou pra gente com os olhos arregalados mas não falou nada, só ficou olhando enquanto eu levantava a Sisty, jogava ela de barriga na mesa de centro e rasgava o vestido dela pra deixar os peitinhos moles balançando. Apertei o pau bem duro naquelas duas bochechas duras do cu dela e entrei sem pedir licença, ela gritou um monte de palavrão enquanto eu socava até sentir a parede do cu dela bater nos meus quadris. Gozei tanto dentro dela que a porra escorreu pra fora, sujando toda a mesa e o chão. Quando tirei o pau, a Sisty ainda tava toda molhada, respirando pesado e com um sorriso de vadia satisfeita que só, a filha dela nem percebeu que eu ainda tava ali observando pra meter de novo.