A meia-irmã mal conseguiu segurar a vontade quando viu o irmão sozinho no carro parado na garagem à noite, os vidros embaçados do calor que fazia fora. Julia Say No, toda safada de saia curta e camiseta colada, se aproximou devagarinho, roçando a bundona no banco enquanto penteava os cabelos compridos e olhava pro pau duro dele embaixo da calça jeans. Ele, que já estava de pau duro só de pensar nela, nem acreditou quando ela abriu a porta devagar e subiu no carro, jogando a bolsa no chão e se jogando em cima dele com a boca buscando a dele sem medo. Os lábios dela grudaram nos dele num beijo de língua que deixava os dois ofegantes, as mãos dela já puxando o cinto da calça e rasgando a camisa pra fora enquanto os peitões naturais saltavam pra fora do sutiã de renda preta. Aí ela se ajoelhou no banco, desceu a calcinha pra mostrar a xota depilada e molhadinha só de olhar pra ele, e meteu o pau dele na boca toda pra gozar rapidinho de tanto tesão. Ele não aguentou, segurou a cabeça dela e meteu fundo na garganta enquanto ela engolia tudo, a porra escorrendo pelos cantos da boca e pelos peitões que balançavam com cada estocada. Quando ele puxou, ela se levantou, mostrou que a buceta tava escorrendo de tão molhada, jogou a perna por cima do pau dele e sentou devagarinho, gemendo alto enquanto os peitões naturais balançavam pra frente e pra trás. Aí não teve mais controle, ele agarrou a cintura dela e meteu com força, os dois gemendo como loucos, os vidros embaçando mais ainda com o calor da transa. Ela gozou duas vezes, perdendo o fôlego, enquanto ele empurrava ela contra o parabrisa e metia com tudo, até gozar tudo dentro dela, a porra escorrendo pelas coxas enquanto os dois ficavam ali respirando pesado, satisfeitos e loucos pra fazer de novo.