Eu tava no banheiro da casa dela só de calção, curtindo um banho relaxante depois do almoço, quando a Liyah entrou toda sorrindo com aquela bundona balançando pra lá e pra cá nos shorts apertados. Ela nem esperou eu sair, puxou o short rapidinho e mostrou aquela bucetinha depilada e molhadinha de água, os peitões enormes saltando pra fora da blusa fina que ela não tirou nem pra transar. Fiquei de pau duro na hora, ainda mais quando ela se ajoelhou no chão azulejado e pegou no meu pau grosso com as duas mãos, lambendo os lábios vermelhos e dizendo que queria me engolir inteiro. Começou com um boquete lento, chupando a cabeça toda enquanto os gemidos dela ecoavam nas paredes do banheiro, depois afundou até o talo e eu senti a garganta dela se abrir pra engolir meu pau até o meio. Quando ela começou a fazer barulho de engasgo e a porra escorria pelo canto da boca, eu agarrei a nuca dela e meti na cara com força, sentindo cada abaixada da garganta quente me apertando. Ela tirou o pau da boca com um estalo molhado, se virou de costas pra mim, abriu as pernas e mostrou aquela bocetona escorrendo suco, então se jogou de quatro no chão frio e mandou eu meter logo sem dó. Entrei de primeira, o pau afundou até o talo na boceta dela que tava tão molhada que fazia sons de squelch cada vez que eu socava, e os peitões balançavam violentamente com cada pancada. Liyah gritava cada vez que eu batia naquelas vagabundas do seu útero, pedindo mais pau grosso e gozando em cima de mim só com as estocadas, jogando a bunda pra trás pra eu bater mais forte. Quando ela abaixou a cabeça e gemeu que ia gozar de novo, eu virei ela de barriga pra cima na beirada da pia, levantei aquelas pernas grossas e enfiei o pau até o fundo, socando sem dó enquanto ela gritava meu nome e a porra escorria pela coxa dela toda trêmula. Acabou com ela toda suada, com a xota cheia de gozo interno e o pau dolorido de tanto prazer, mas valeu cada segundo daqueles