Achei o lance do meu irmão folgado querer limpar a casa pra não acusar de nada, mas não tava preparada pros dedos dele roçando a minha bundinha em plena luz do dia. A Chiky tava de shortinho curto e top apertado, aquela bunda empinada que só vendo, balançando pra caralho enquanto passava pano no chão, com os peitões quase saindo da blusa. Quando ele se aproximou pra 'ajudar', não teve jeito: a mão dele foi direto pro meu cu, apertando forte e metendo um dedo na minha xota sem nem pedir licença. Eu dei uma risada safada e falei pra ele parar de ser folgado, mas os dois sabíamos que era só brincadeira — ela tava com a boceta molhada só de pensar nisso, eu via nas calcinha dela. Logo ele já tava com o pau duro atrás de mim, o chupão que ele deu no meu pescoço deixou a marca que só a Julianaburning notou depois. Ela ajoelhou na frente dele e chupou aquele pau grosso como se fosse o último sorvete num dia de quarenta graus, lambendo a cabeça com vontade enquanto eu ficava de quatro pra ele bater na minha bundinha. Quando ele meteu de uma vez, a porra escorreu toda e a Chiky não aguentou: agarrou na minha cintura e pediu pra ele meter fundo, gemendo igual uma vadia que não aguenta mais. Os dois não se importavam com casa limpa nem nada, só com a carne batendo carne, o barulho do cu dela aceitando aquele pau preto e grosso, os gemidos abafados na bunda dela enquanto ele fodia sem dó. A Julianaburning até tentou segurar o orgasmo pra não gozar logo, mas quando ele mandou ela engolir a porra toda, a Chiky veio junto num gemido alto que ecoou pela casa toda. Acabou com a gente suada, a casa toda uma zona, e a única coisa que sobrou foi o cheiro de sexo e os dois se olhando como quem ainda não terminou o serviço.