Madrasta Jane Cane tava dando uma volta na piscina quando eu tava secando o pau molhado da praia, e o caralho tava duro de novo só de ver aquele rabo gigante balançando de um lado pro outro. Ela tropeçou feio no meu pau e em vez de fingir que não viu, a vadia deu risada e falou pra mim: ‘nossa, Wade, você não para de ser safado mesmo, né?’ Eu nem dei tempo de ela sair daí, já agarrei a cintura dela com força e esfreguei aquele bundão cheio de carne pra ela sentir como eu tava duro pra caralho. Ela gemeu quando apertei o rabo pra cima, os peitões enormes balançando pra frente e pra trás sem controle. Fui logo descendo as mãos naqueles calçãozinhas molhadas que ela tava usando e senti a buceta dela já toda quente e escorrendo pra baixo, a safada tava louca de vontade. Joguei ela pra cima da cadeira da varanda, a bunda gigante dela espalhada toda pra mim, e meti os dedos na xota dela sem dó, a porra foi tanta que até pingou no chão. Ela virou com os olhos arregalados e falou que eu ia pagar, mas quando eu mostrei o pau enorme pra ela, a coroa coroa não resistiu e abriu as pernas toda pra mim. Entrei de quatro atrás dela, agarrei aquele rabo firme e comecei a socar com tudo, a carne balançando toda a cada empurrão. Jane Cane gritava meu nome cada vez que eu batia fundo, o pau enchendo ela toda, e quando eu senti a buceta dela apertando pra caramba, gozei dentro dela sem parar, a porra jorrando toda pra dentro daquela xota quente. Ela ficou lá, com o rabo cheio, os peitões tremendo de prazer, e ainda pediu pra eu encher de novo, a safada não se contentava com uma vez só.