Assim que cheguei na casa da Paris Lincoln pra marcar a tal terapia do assoalho pélvico, nem imagina o que ela ia aprontar na primeira sessão. A coroa coroa foi logo me recebendo de roupão branco que mal cobria suas peitos enormes e duras que já estavam salientes por baixo do tecido, e com aquele cheiro de perfume barato misturado com suor velho que me deixou duro na hora. Ela nem perdeu tempo, puxou meu pau pra fora da calça e caiu de joelhos na minha frente, lambendo a cabeça com a língua grossa e molhada enquanto seus olhos de vadia safada me encaravam. Eu tentei resistir mas foi impossível, já que ela abriu a boca toda e engoliu meu pau até a garganta, me fazendo gemer alto quando senti o fundo da sua garganta apertando a cabeça do meu pau como uma boca de porco. Depois de uns bons minutos de boquete intenso, onde ela ainda puxava minhas bolas pra ajudar a sugar mais forte, a Paris levantou e jogou o roupão longe, mostrando aquela buceta peluda e escura que já pingava de tesão. Mordeu meu lábio e me jogou na cama, subiu em cima de mim de quatro e mandou eu meter a cara na xota dela enquanto ela esfregava a bunda na minha boca, o gosto de suco de coroa podre pra caralho. Quando já tava puto pra explodir, ela virou de frente, abriu as pernas e enfiou meu pau duro na buceta molhada até o talo, gritando um 'porra que pau grande!' enquanto eu socava com força, a cada estocada ela apertava as peitos e pedia mais. Duramos uns vinte minutos nesse ritmo louco, ela gozou duas vezes gemendo como uma vaca no cio e ainda quis que eu terminasse dentro dela, a porra escorrendo toda pela coxa grossa enquanto ela ria e falava que agora a terapia dela ia ser assim todos os dias.