A bundinha apertada de Ifalna não resistiu nem dois segundos quando o guarda musculoso da Shinra encostou o pau grosso nela por trás, espremendo os peitos fartos contra o tronco da árvore no meio da floresta. Você viu ela dar um gemido rouco, jogar a mão para trás e puxar o pau dele pra dentro da buceta molhadinha sem nem pensar duas vezes, a xota escorrendo de tesão enquanto os dedos dele apertavam os peitões dela como se fossem dois melões suculentos. Ele meteu com força de primeira, o pau entrando e saindo da boceta escancarada com um barulho molhado de cada vez que a carne batia na carne e fazia ela gritar palavrões com a voz embargada de prazer, o cu apertado tremendo a cada estocada. Você sentiu o cheiro do suor dele misturado com o cheiro forte da buceta molhada de Ifalna, os dois gemendo alto enquanto a posição fazia a bundinha redonda dela balançar pra todos os lados com cada socada que ele dava até o pau sumir inteiro dentro daquele buraco quente e apertado. O guarda agarrou os cabelos dela com uma mão e com a outra espalmou na bundinha, separando as bochechas gorduchas pra meter ainda mais fundo, o pau grosso esticando a boceta até ela começar a babar de tanto tesão e pedir pra ele não parar nunca. Você ouviu o som das bolas dele batendo na xota encharcada a cada empurrão, os gemidos sujos dela virando gritos quando ele mudou de ritmo e começou a socar com tudo, a porra já escorrendo pelas pernas dela enquanto o pau não dava nem uma folga pra recuperar. Quando ele gozou dentro, encheu a buceta toda de porra quente enquanto ela gritava seu nome sujo, os peitos balançando loucamente e a mão dele ainda espremendo as curvas daquele corpo de coroa madura que não aguentava mais pau duro. Acabou com os dois caídos no chão da floresta, a xota dela ainda jorrando leite do pau dele, o guarda respirando pesado e Ifalna rindo de boca aberta, suja e satisfeita, com a bundinha toda marcada pelas marcas da porra que ele deixou pra trás.