Quando a Arama chegou do trabalho com aquele top apertadinho mal cobrindo os peitões e a calcinha fina transparente molhando a xota de tanto tesão reprimido, o Sergio já sabia que a noite ia virar um inferno de prazer. Ela entrou rebolando como uma vadia, jogou a bolsa no sofá e foi direto pra cima dele com aquele cheiro de boceta excitada que só uma dançarina asiática safada tem. Ele nem teve tempo de perguntar o que tava rolando, pois ela já puxou o pau dele pra fora da calça e enfiou na boca com vontade, gemendo enquanto chupava até engasgar. O pau duro dele escorria porra na garganta da Arama e ela babava toda, os lábios brilhando enquanto ia até o talo. Quando ele tirou pra mostrar o pau grosso e veado, ela se jogou de quatro no chão do quarto, mostrando a bunda redondinha e a boceta escorrendo por debaixo da calcinha fina. Ele não resistiu e meteu tudo de uma vez, ouvindo o barulho molhado da buceta apertando o pau grosso enquanto ela gritava de prazer. As estocadas faziam o pau dele bater forte no fundo da xota dela, que já tava gemendo igual uma louca pedindo pra ser fodida sem dó. Ela começou a bater a bundinha pra trás cada vez que ele metia, o pau saindo todo molhado e entrando de novo com um barulho de carne batendo. O Sergio agarrou firme na cintura dela e começou a meter com força, a cada golpe a boceta da Arama ia se abrindo mais e mais, até ele ver a porra escorrendo pra fora. Ela pediu pra ele gozar dentro, então ele saiu, chupou os dedos pra sentir o gosto da boceta melada e jogou o pau pra fora, jogando porra quente na barriga trêmula da Arama que ainda tava gemendo de tesão viciado.