A coroa Julia North chegou no escritório do Carlo Duro com aquele visual de dar água na boca: as meias calças finas bem ajustadas no rabo redondo da coroa madura, os saltos altos batendo no chão e aquele vestido apertado mal conseguindo disfarçar os peitões naturais dela balançando com cada passo. Ele já sabia o motivo da visita dela — demissão por justa causa, mas Julia não tava nem aí pro emprego, só queria pôr aquele rabo safado em cima da mesa dele e implorar com a voz mais safada do mundo. Sentou na beira da mesa, cruzou as pernas mostrando um pedaço da calcinha molhada e sorriu com os lábios vermelhos enquanto passava a mão pelo cabelo loiro. Carlo não resistiu, jogou o copo de café no chão, agarrou ela pela cintura e puxou pra perto, enfiando a cara direto entre as pernas da coroa coroa. O cheiro da buceta dela invadiu o nariz dele enquanto a língua ia do cu até a xota devagar, lambendo cada centímetro daquele rabo molhado. Julia jogou a cabeça pra trás, gemeu alto e ordenou que ele fosse mais fundo, agarrando os cabelos dele pra não perder o equilíbrio. Quando os dedos dele começaram a abrir o cu da coroa, ela já tava gemendo pra caralho, pedindo pra ele meter bem duro no rabo. Carlo pegou a vaselina, passou na pica dele enorme e enfiou toda de uma vez, fazendo Julia gritar de prazer misturado com dor, mas ela não queria que ele parasse. O pau grosso entrava e saía daquele cu apertado enquanto ela chupava os dedos dele pra não babar de tanto gemer, a saliva escorrendo pela boca. Na reta final, ele puxou o pau pra fora, jogou Julia no chão e mandou ela engolir tudo sem perder nada, a coroa madura correndo a mão na xota enquanto escorria aquela porra grossa pela garganta dela. Quando o último gole desceu, ela ficou de quatro pra ele cuspir no rabo dela e meter de novo, agora devagarinho, pra fazer durar mais um pouco antes de gozar toda molhada de novo.