A irmãzinha indiana Sudipa chegava do banho só de uma toalha enrolada nos seios fartos que mal davam conta daqueles mamilos duros como pedra, quando o padrasto Antim entrou no quarto sem bater. O cheiro do sabonete dela ainda flutuava no ar enquanto ele fechava a porta com um chute e jogava a toalha no chão, mostrando aquela boceta depiladinha brilhando de umidade por baixo daquelas coxas lisas de garota virgem. Você ficou de boca aberta vendo ele descer a cueca e mostrar aquele pau grosso que já vinha duro de raiva, balançando pra todo lado enquanto ele se aproximava e agarrou o cabelo dela pra forçar um beijo de língua que a deixou com a boca toda melada. Sudipa não resistiu quando ele empurrou ela na cama, abriu aquelas perninhas bronzeadas e cravou a cara na xota, lambendo bem devagar desde o cupido até o clitóris inchado que ela já vinha massageando sozinha antes. Ela gritou quando ele meteu dois dedos dentro, as paredes da bucetinha dela apertando com vontade de gozar na hora, o suco escorrendo pelo cu enquanto ele sugar o clitóris com força. Antim não perdeu tempo e já enfiou aquele pauão todo na boceta dela de primeira, os quadris dela se levantando pra receber cada estocada enquanto os seios balançavam loucamente. Você ouviu os sons molhados da carne batendo, os gemidos sujos dela pedindo mais pau, e quando ele mandou ela virar de quatro e meteu fundo no rabo, ela só conseguiu soltar um gemidão que parecia que ia quebrar a cama. No final, ele encheu a boca dela de porra até ela engolir toda, depois jogou ela na cama e meteu mais cinco vezes até gozar dentro, a porra escorrendo pela coxa fina enquanto ela suspirava com um sorrisinho safado no rosto.