Mal eu abri a porta do quarto com a calcinha do enteado na mão pra jogar no cesto de roupa suja, senti um cheiro de boceta molhada que me deixou duro na hora. Era a Crystal Rush, minha madrasta greludona de 40 e poucos anos, toda produzida só de calcinha de renda preta e um sutiã que mal cobria aquelas peitos enormes. Ela tava sentada na cama me esperando com um sorriso safado no rosto e uma garrafa de cerveja gelada na mão, como se já soubesse que eu ia achar a calcinha dela no meu monte de roupa. Assim que ela jogou a cerveja no chão e abriu as pernas mostrando a bocetinha depilada e bem molhadinha, o pau duro explodiu pela cueca. Crystal não perdeu tempo, agarrou na minha cintura e me puxou pra cima dela no mesmo instante, mordendo meu lábio enquanto enfiava a mão dentro da calça pra sentir o pau pulsando muito. Eu caí de joelhos na frente dela e meti a cara entre as pernas grossas lambendo a boceta toda pra cima e pra baixo, sentindo o gosto de xota que já tava escorrendo pro cu. Ela jogou a cabeça pra trás gemendo alto e mandando eu chupar mais forte, enquanto enroscava os dedos no meu cabelo puxando minhas madeixas pretas. Quando eu enfiei dois dedos dentro dela e senti o quanto tava apertada e molhada, Crystal agarrou meu pau com força e falou que ia me engolir inteiro. Eu levantei ela na cama, joguei na posição de quatro e meti na xota quente sem dó, sentindo a buceta dela apertar meu pau como uma vagina novinha. Fomos pra missãoário na cama, eu socando com força enquanto ela levantava as pernas finas e enroscava nos meus quadris, gemendo que ia gozar e mandando eu esporrar tudo dentro dela. Gozei tão forte que a porra escorreu toda pra fora, deixando ela toda lambuzada e satisfeita com um sorriso safado no rosto enquanto lambia os beiços de gozo que escorreu na boca.