O pau duro já estava doendo antes dela nem aparecer, mas quando Naveen abriu a porta do quarto e veio vestindo aquela camisinha fina e a calcinha branca grudada na bucetinha, o caralho pulsou de vez. Ela veio se rebolando toda safada, com aquele sorrisinho de vadia que sabe que vai detonar qualquer um, e quando se ajoelhou na minha frente, olhando pra mim com os olhinhos brilhando de tesão, eu soube que ia comer aquela boca gostosa até não aguentar mais. Sentia o cheiro dela, um perfume barato misturado com suor de mulher quente, e quando ela puxou o pau pra fora e começou a lamber a glande devagar, gozando na ponta, eu já estava gemendo alto pra caralho. Naveen não brincava não, metia a boquinha toda na pica, fazia aquele barulho de boceta faminta, e eu senti o pau vibrando de tão gostoso. Quando ela aumentou o ritmo, gemendo e olhando pra mim com os lábios molhados de porra, eu não aguentava mais e empurrei até a garganta dela, sentindo ela engolir em seco mas nem chorar. O pau inteiro cabia na boca dela, e cada vez que ela engolia, a cabeça do pau batia lá no fundo da garganta, fazendo ela fazer aquele som de engasgo que só deixava mais louco. Depois eu a virei de quatro pra comer a xota gostosa que tava pingando de tão molhada, e quando meti na primeira vez, ela soltou um gemido animal que fez o pau inchar ainda mais. Naveen fazia questão de rebolar pra mim, batendo a bunda na minha pica a cada empurrada, até que eu gozei tanto dentro dela que a porra escorria pra fora, e ela ainda ficou de boca aberta pra lamber cada gota que caía no chão. No final, ela me chupou de novo, agora sem pressa, lambendo cada veia do pau até ele murchar, e eu só pensava que não ia demorar pra fazer tudo de novo.