A noite começou com uma festinha entre primos na casa da sogra, mas quando vi a cunhada no quarto da velha desfilando de lingerie preta bem apertada, o pau duro não demorou nem dois segundos pra virar uma barra de ferro. Ela tava deitada na cama da sogra com as perninhas finas bem abertas, a bucetinha peludinha brilhando de tesão, os peitinhos naturais balançando levemente enquanto ela se contorcia toda safada. Achei que ia ser rápido, mas quando a Sisty olhou pra mim com aquele sorrisinho de vadia e mordeu o lábio inferior, eu soube que ia ser coisa de corno. Nela se aproximou toda rebolando, jogou o cabelo preto por cima do ombro e pediu pra eu chupar aqueles peitinhos duros antes de qualquer coisa. Eu não tava nem ai pra sogra escutando do outro lado, desci a boca morder aquele mamilo enrijecido enquanto enfiava dois dedos na xota melada dela, sentindo o calor e a porra de gozo escorrendo em volta dos meus dedos. Ela gemeu alto, agarrou meu cabelo e falou pra eu não parar, que tava louca pra sentir meu pau grosso alargando tudo lá dentro. Quando enfiei de uma vez, ela levantou a bunda toda, pediu pra eu meter fundo, e eu fiz questão de socar até o talo, o som dos corpos batendo ecoando no quarto enquanto a cama da sogra rangia toda. A Sisty veio três vezes antes de eu encher a buceta dela com porra quente escorrendo pra fora toda molhada, os respingos caindo na barriga fina dela enquanto ela continuava gemendo igual uma cadela no cio, pedindo mais até a última gota sair de mim.