A madrasta ruiva não aguentava mais espiar o enteado se masturbando no quarto dele quando percebeu que ele tava gemendo sozinho, com a mão no pau grosso e a cara vermelha de tesão. Fui até lá sem nem bater, abri a porta de supetão e vi o desgraçado se tocando com os olhos fechados, os dedos enrolados naquele pau liso e inchado. Dei um risinho safado e falei bem alto ‘vou te mostrar como se faz direito’, joguei a porta contra a parede e tirei o robe na frente dele, mostrando os peitões livres e a boceta já molhada só de imaginar o que ia rolar. O moleque abriu a boca pra falar alguma merda, mas eu botei o dedo na boca dele mandando calar e sentei no colo dele com a xota bem em cima do pau duro, sentindo a cabeça roçar no meu clitóris enquanto ele gemia com as mãos nos meus seios. Desci devagarinho, encaixando cada centímetro daquele pau enorme dentro de mim até ele tá todo enterrado, a pele da minha boceta esticando pra aguentar tanto pau. Começamos a tremer juntos, eu cavalgando com força enquanto ele apertava minha bunda e mandava eu ir mais rápido, os gemidos dele misturando com os meus quando a gente começou a bater a carne sem dó. Ele meteu fundo várias vezes, o pau dele batendo na minha boceta com um som molhado e sujo que fazia o quarto inteiro ecoar, os peitos balançando pra cada socada que ele dava. Quando eu senti o pau dele pulsar dentro de mim, gritei ‘enche essa boceta safada’ e gozei toda em cima dele, sentindo a porra quente jorrando e escorrendo pelas minhas pernas enquanto ele não parava de socar sem piedade. Acabei caída em cima dele, os dois suados e ofegantes, mas ainda com o pau duro dentro de mim porque o filho da puta tava longe de acabar.